Meimei Sorri, trabalhando, aprendendo amando


Aproveita o dia e fazendo o melhor amando sempre. (Meimei)
SENDA DE PERFEIÇÃO
Quem move as mãos no serviço,
Foge à treva e à tentação.
Trabalho de cada dia
É senda de perfeição.



                                                               Sorriso
Onde estiveres, seja onde for, não olvides estender o sorriso, por oferta sublime da própria alma.

Ele é o agente que neutraliza o poder do mal e a oração inarticulada, que inibe a extensão das trevas.

Com ele, apagarás o fogo da cólera, cerrando a porta ao incêndio da crueldade.

Por ele, estenderás a plantação da esperança, soerguendo almas caídas na sombra, para que retornem à luz.

Em casa, é a benção da paz, na lareira da confiança.

No trabalho, é música silenciosa incentivando a cooperação.

No mundo, é chamamento de simpatia.

Sorri para a dificuldade e a dificuldade transformar-se-á em socorro de tua vida.

Sorri para a nuvem, e ainda mesmo que a nuvem se desfaça em chuva de lágrimas nos teus olhos, o pranto será conforto do Céu, a fecundar-te os campos do coração.

Não te roga o desesperado solução do enigma de sofrimento que lhe persegue o destino. Implora-te um sorriso de amor, que renove as forças, para que prossiga em seu atormentado caminho.

E, em verdade, se os famintos e os nus te pedem pão e agasalho, esperam de ti, acima de tudo, o sorriso de ternura e compreensão que lhes acalme chagas ocultas.

Não condenes as criaturas que se arrogaram aos precipícios da violência e do crime. Oferece-lhes o sorriso generoso da fraternidade, que ajuda incessantemente, e voltar-se-ão, renovadas, para o roteiro do bem.

Sorri, trabalhando e aprendendo, auxiliando e amando sempre.

Lembra-te de que o sorriso é o orvalho da caridade e que em cada manhã, o dia renascente no Céu é um sorriso de Deus.



Autor: Meimei
Psicografia de Francisco Cândido Xavier

Sidarta Gautama O iluminado Buda



 
Entre as grandes religiões do mundo que contam com o maior número de seguidores, duas (o Judaísmo e o Hinduísmo) têm raízes na Antigüidade e, por isso, não possuem um fundador específico. Mas as outras três (Budismo, Cristianismo e Islamismo) têm origens mais recentes e há registros de quem as estabeleceram. O fundador do Budismo chama-se Sidarta Gautama (563-483 a.C.), que nasceu em Lumbini, no norte da Índia (hoje Nepal). Ele era filho de um abastado rajá e se casou muito jovem, aos dezesseis anos de idade, com uma prima da mesma idade. Sidarta foi criado num ambiente luxuoso palácio e cercado de conforto material. Mas isso não lhe bastava e ele vivia insatisfeito. Ao seu redor, a maioria das pessoas eram pobres e sempre passavam necessidades. Mesmo entre os ricos, haviam pessoas infelizes. E a morte era certa para todos. Sidarta decidiu, então, criar uma nova filosofia religiosa, que livrasse o espírito, senão o corpo, das aflições mundanas.

Aos 29 anos de idade, ele teve várias visões e se convenceu de que deveria abandonar o palácio, sua esposa e seu filho recém-nascido, e renunciar a todas as propriedades mundanas e sair, com um andarilho, em busca da "verdade". Ele visitou religiosos e passou anos jejuando e meditando com o objetivo de superar todos os desejos do corpo, incluindo a fome, e adquirir o total controle de sua mente. Depois percebeu que isso não adiantava nada e voltou a se alimentar normalmente.


Buda: abandonou a mulher, o filho e as riquezas de seu palácio para meditar e criar uma das mais importantes religiões orientais.

A verdade que Sidarta tanto perseguia lhe apareceu numa noite de maio, por volta de 528 a.C., quando, sentado sob uma árvore, ele recebeu o que os budistas chamam pelo nome de Iluminação. Sidarta compreendeu que os sofrimentos poderiam ser derrotados. Uma das doutrinas básicas do Hinduísmo é o ciclo da reencarnação. As almas de todas as coisas vivas que morressem renasceriam em outras coisas vivas. Este ciclo continua para sempre, com a alma evoluindo desde um inseto, passando por um animal, até chegar à forma humana. Se um homem é ruim durante sua vida, ele renasceria como uma forma de vida inferior. Se não, ele renasce como outra pessoa. Este ciclo de reencarnação é infinito, mas Sidarta concluiu que, ao seguir o caminho correto (dharma) da meditação e devoção, a alma poderia chegar ao nirvana, um estado final não diferente do conceito judaico-cristão de Paraíso.

Sidarta adotou o nome de Buda, que significa "o iluminado", e saiu pelo mundo para ensinar sua filosofia. Após sua morte, seus seguidores espalharam a filosofia budista pela Ásia, encontrando na China, no Japão e no sudeste da Ásia um número de adesões muito maior do que na própria Índia. Hoje, há quase 300 milhões de budistas no mundo, 99,5% deles na Ásia.
por .elza soares.

Arcanjo MIGUEL

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