domingo, novembro 04, 2012

Sidarta Gautama O iluminado Buda



 
Entre as grandes religiões do mundo que contam com o maior número de seguidores, duas (o Judaísmo e o Hinduísmo) têm raízes na Antigüidade e, por isso, não possuem um fundador específico. Mas as outras três (Budismo, Cristianismo e Islamismo) têm origens mais recentes e há registros de quem as estabeleceram. O fundador do Budismo chama-se Sidarta Gautama (563-483 a.C.), que nasceu em Lumbini, no norte da Índia (hoje Nepal). Ele era filho de um abastado rajá e se casou muito jovem, aos dezesseis anos de idade, com uma prima da mesma idade. Sidarta foi criado num ambiente luxuoso palácio e cercado de conforto material. Mas isso não lhe bastava e ele vivia insatisfeito. Ao seu redor, a maioria das pessoas eram pobres e sempre passavam necessidades. Mesmo entre os ricos, haviam pessoas infelizes. E a morte era certa para todos. Sidarta decidiu, então, criar uma nova filosofia religiosa, que livrasse o espírito, senão o corpo, das aflições mundanas.

Aos 29 anos de idade, ele teve várias visões e se convenceu de que deveria abandonar o palácio, sua esposa e seu filho recém-nascido, e renunciar a todas as propriedades mundanas e sair, com um andarilho, em busca da "verdade". Ele visitou religiosos e passou anos jejuando e meditando com o objetivo de superar todos os desejos do corpo, incluindo a fome, e adquirir o total controle de sua mente. Depois percebeu que isso não adiantava nada e voltou a se alimentar normalmente.


Buda: abandonou a mulher, o filho e as riquezas de seu palácio para meditar e criar uma das mais importantes religiões orientais.

A verdade que Sidarta tanto perseguia lhe apareceu numa noite de maio, por volta de 528 a.C., quando, sentado sob uma árvore, ele recebeu o que os budistas chamam pelo nome de Iluminação. Sidarta compreendeu que os sofrimentos poderiam ser derrotados. Uma das doutrinas básicas do Hinduísmo é o ciclo da reencarnação. As almas de todas as coisas vivas que morressem renasceriam em outras coisas vivas. Este ciclo continua para sempre, com a alma evoluindo desde um inseto, passando por um animal, até chegar à forma humana. Se um homem é ruim durante sua vida, ele renasceria como uma forma de vida inferior. Se não, ele renasce como outra pessoa. Este ciclo de reencarnação é infinito, mas Sidarta concluiu que, ao seguir o caminho correto (dharma) da meditação e devoção, a alma poderia chegar ao nirvana, um estado final não diferente do conceito judaico-cristão de Paraíso.

Sidarta adotou o nome de Buda, que significa "o iluminado", e saiu pelo mundo para ensinar sua filosofia. Após sua morte, seus seguidores espalharam a filosofia budista pela Ásia, encontrando na China, no Japão e no sudeste da Ásia um número de adesões muito maior do que na própria Índia. Hoje, há quase 300 milhões de budistas no mundo, 99,5% deles na Ásia.
por .elza soares.

Um sorriso de alegria .


"A alegria da alma constitui os belos dias da vida, seja qual for a época." - Sócrates
"Apague com um sorriso, toda a tristeza que lhe invade a alma. Assim não dará os que te odeiam a alegria de te ver chorando, mas dará aos que te amam a alegria de te ver sorrindo."

 

sexta-feira, novembro 02, 2012

Dia de Finados

                          Dia de Finados na Visão Espírita
                                     

Se eu morrer antes de você
faça-me um favor:
Chore o quanto quiser,
mas não brigue com Deus
por Ele haver me levado.
Se não quiser chorar, não chore.
Se não conseguir chorar,
não se preocupe.
Se tiver vontade de rir, ria. Se alguns amigos contarem
algum fato a meu respeito,
ouça e acrescente sua versão.
Se me elogiarem demais, corrija o exagero.
Se me criticarem demais, defenda-me.
Se me quiserem fazer um santo,
só porque morri,
mostre que eu tinha um pouco de santo,
mas estava longe
de ser o santo que me pintam.
Se me quiserem fazer um demônio,
mostre que eu talvez tivesse um pouco
de demônio, mas que a vida
inteira eu tentei ser bom e amigos.
Espero estar com Ele o suficiente para
continuar sendo útil a você, lá onde estiver.
E se tiver vontade de escrever
alguma coisa sobre mim,
diga apenas uma frase:
- "Foi meu amigos

Fonte: Chico Xavier
ID: 584


COMO PODEMOS AJUDAR OS QUE PARTIRAM ANTES DE NÓS?
Envolvendo o ser querido em vibrações de carinho, evocando as lembranças felizes, nunca as infelizes; enviando clichês mentais otimistas; fazendo o bem em memória dele, porque nos vinculamos com os Espíritos através do pensamento. Além disso, orando por ele, realizando caridade em sua homenagem, tudo isso lhe chegará como sendo a nossa contribuição para a sua felicidade; a prece dá-lhe paz, diminui-lhe a dor e anima-o para o reencontro futuro que nos aguarda.

 
PODEMOS CHORAR?
Podemos chorar, é claro. Mas saibamos chorar. Que seja um choro de saudade e não de inconformação e revolta. O choro, a lamentação exagerada dos que ficaram causam sofrimento para quem partiu, porque eles precisam da nossa prece, da nossa ajuda para terem fé no futuro e confiança em Deus. Tal comportamento pode atrapalhar o reencontro com os que foram antes de nós. Porque se eles nos visitar ou se nós os visitarmos (através do sono) nosso desequilíbrio os perturbará. Se soubermos sofrer, ao chegar a nossa vez, nos reuniremos a eles, não há dúvida nenhuma.

ENTÃO OS ESPÍRITAS NÃO VISITAM O CEMITÉRIO?
Nós espíritas não visitamos os cemitérios, porque homenageamos os "vivos desencarnados" todos os dias. Mas a posição da Doutrina Espírita, quanto as homenagens (dos não espíritas), prestadas aos "MORTOS" neste Dia de Finados, ao contrário do que geralmente se pensa, é favorável, DESDE QUE SINCERAS E NÃO APENAS CONVENCIONAIS.

 

Finados na Visão EspíritaO hábito de visitar os mortos, como se o cemitério fosse sala de visitas do Além, é cultivado desde as culturas mais remotas. Mostra a tendência em confundir o indivíduo com seu corpo. Há pessoas que, em desespero ante a morte de um ente querido, o "VISITAM" diariamente. Chegam a deitar-se no túmulo. Desejam estar perto do familiar. Católicos, budistas, protestantes, muçulmanos, espíritas – somos todos espiritualistas, acreditamos na existência e sobrevivência do Espírito.

Obviamente, o ser etéreo não reside no cemitério. Muitos preferem dizer que perderam o familiar, algo que mostra falta de convicção na sobrevivência do Espírito. Quem admite que a vida continua jamais afirmará que perdeu alguém. Ele simplesmente partiu. Quando dizemos "perdi um ente querido", estamos registrando sérios prejuízos emocionais. Se afirmarmos que ele partiu, haverá apenas o imposto da saudade, abençoada saudade, a mostrar que há amor em nosso coração, o sentimento supremo que nos realiza como filhos de Deus. Em datas significativas, envolvendo aniversário de casamento, de morte, finados, Natal, Ano Novo, dia dos Pais, dia das Mães, sempre pensamos neles.

 

Os Espíritos, respondendo a perguntas de Kardec a respeito (em O Livro dos Espíritos), mostraram que os laços de amor existentes entre os que partiram e os que ficaram na Terra justificam esses atos. E declaram que no Dia de Finados os cemitérios ficam repletos de Espíritos que se alegram com a lembrança dos parentes e amigos. Há espíritos que só são lembrados nesta data, por isso, gostam da homenagem; há espíritos que gostariam de serem lembrados no recinto do lar. Porque, se ele desencarnou recentemente e ainda não está perfeitamente adaptado às novas realidades, irá sentir-se pouco à vontade na contemplação de seus despojos carnais; Espíritos com maior entendimento, pedem que usemos o dinheiro das flores em alimento aos pobres. Portanto, usemos o bom senso em nossas homenagens. Com a certeza que ELES VIVEM.E se eles vivem, nós também viveremos. E é nessa certeza que devemos aproveitar integralmente o tempo que estivermos encarnados, nos esforçando para oferecer o melhor de nós em favor da edificação humana. Só assim, teremos um feliz retorno à pátria espiritual.
sintoniacomaluz.blogspot.com
Compilação de Rudymara
http://grupoallankardec.blogspot.com

sintoniacomaluz.blogspot.com

por elza soares

Arcanjo MIGUEL

Arcanjo MIGUEL

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